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Conheça as oficinas, aulas e residência do FAN-BH 2019, inscrições gratuitas

06/11/2019

O Festival de Arte Negra de Belo Horizonte chega à sua décima edição com uma extensa programação, marcando o pioneirismo de 24 anos promovendo o encontro da música, artes cênicas, cinema, moda, artes visuais, performance e literatura de matriz africana do Brasil e do exterior.

As inscrições para as oficinas, aulas, residência e minicursos do FAN-BH são gratuitas, estão abertas e podem ser feitas aqui. São mais de 10 atividades que envolvem temas como a história da África pré-colonial, a luta antirracista, dramaturgia, música, cinema, empreendedorismo negro, criatividade e moda.

Os convidados e convidadas que irão ministrar as atividades vêm de cinco estados diferentes e também do exterior. As ações formativas e reflexivas da FAN-BH são concebidas para dialogarem com o resto do festival, porém a partir de uma perspectiva autônoma. O FAN-BH acumula uma trajetória de saberes e fazeres que ganha ênfase também a partir do intercâmbio reflexivo entre as atividades escolhidas.

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O senegalês Doudou Rose Thioune ministra a oficina “Baobá, Cultura e Músicas Senegalesas”, no dia 23/11, das 15h às 17h, na Associação Cultural Tambor Mineiro, na rua Ituiutaba, 339, Prado

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Luana Tolentino ministra a aula pública “Outra educação é possível: feminismo, antirracismo e inclusão em sala de aula”, no dia 19/11, das 14h às 16h, na sala de semiários do Museu de Artes e Ofícios, na praça da Estação

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Renato Nogueira ministra a aula pública “Infancialização, Ubuntu e Teko Porã: Educação e Ética em Afroperspectiva”, no dia 23/11, das 14h às 16h, na sala de seminários do Museu de Artes e Ofícios, na praça da Estação

Silvania

Silvania de Deus está à frente da residência “Empreendedorismo Negro: Moda, Beleza e Auto Estima da Mulher Negra”, de segunda a sexta-feira, das 9h às 13h, na sala 3 do Cento e Quatro, na praça Rui Barbosa



SEMINÁRIO

Dentro da décima edição do FAN-BH também acontece o seminário “As Cidades e o Sagrado dos Povos Tradicionais: território, identidades e práticas culturais”, do projeto Jardins do Sagrado. Os encontros do seminário acontecerão no Centro Cultural da UFMG e as atividades também são gratuitas. O projeto aborda, inicialmente, a discussão sobre a dificuldade das comunidades tradicionais indígenas e de terreiro no acesso às plantas utilizadas em suas práticas culturais. Mais informações aqui.